As últimas campeãs da Copa seguiram o mesmo caminho. Está na hora de o Brasil seguir também.

Se olharmos para as últimas quatro campeãs do mundo, existe um padrão muito claro:

🇪🇸 Espanha (2010) — Xavi, Iniesta, Busquets e Xabi Alonso dominaram o meio-campo e controlaram praticamente todos os jogos.

🇩🇪 Alemanha (2014) — Kroos, Schweinsteiger, Khedira e Özil formaram um setor que unia intensidade, técnica e inteligência tática.

🇫🇷 França (2018) — Kanté e Pogba deram equilíbrio, força física e qualidade na saída de bola, permitindo que o ataque decidisse.

🇦🇷 Argentina (2022) — Enzo Fernández, Mac Allister e De Paul foram o motor da equipe, dando sustentação para Messi brilhar.

Em comum, todas essas seleções tinham um meio-campo capaz de controlar o jogo, recuperar a posse, acelerar quando necessário e proteger a defesa.

O Brasil sempre foi conhecido pelos grandes atacantes, mas talvez o caminho para voltar a conquistar uma Copa passe por fortalecer justamente o setor mais importante do futebol moderno: o meio-campo.

Nenhuma equipe vence uma Copa apenas com pontas rápidos ou centroavantes decisivos. As grandes campeãs primeiro dominaram o centro do campo. Depois, o talento na frente fez a diferença.

Talvez seja esse o rumo que a Seleção Brasileira precise seguir novamente.

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